O conceito de dependência química, apesar de variado, ainda não encontra um padrão. A dependência, portanto, tem sua definição dividida em quatro modelos:
• Modelo de doença – a dependência química como transtorno primário e independente de outras condições, uma herdada suscetibilidade biológica aos efeitos do álcool ou drogas. As principais características da dependência, de acordo com esse modelo, são: a perda de controle sobre o consumo de álcool ou drogas; a negação; o uso continuado a despeito de consequências negativas e um padrão de recaída.
• Modelo de comportamento aprendido – este modelo vê a dependência química como um comportamento adquirido, pois se acredita que os comportamentos são aprendidos ou condicionados. Logo, nele os problemas comportamentais, incluindo pensamentos, sentimentos e mudanças fisiológicas poderiam ser modificados pelos mesmos processos de aprendizagem que os criaram.
• Modelo psicanalítico – a dependência química é entendida como tentativa de retonar a estados prazerosos da infância. Esta teoria vê o uso (álcool e drogas) como uma forma em que o indivíduo tenta se adaptar a seus déficits de auto-regulação, que emergiram de privação ou de interações disfuncionais na primeira infância. Essas teorias têm sido rotuladas como "hipótese de auto medicação". De acordo com essa hipótese, algumas deficiências do indivíduo poderiam levar a problemas com abuso de substâncias: como os déficits na tolerância aos afetos, os prejuízo nas habilidades de auto proteção, a vulnerabilidade no desenvolvimento da auto estima e os problemas na construção dos relacionamentos e intimidade.
• Modelo familiar – correlaciona a dependência química com padrões familiares. Este modelo contribuiu muito para o entendimento da dependência, principalmente no que diz respeito ao conceito de equilíbrio e à importância das regras e metas que governam os relacionamentos familiares e como elas contribuem para a manutenção do uso de substâncias.
Dependência química – Um problema biológico, psicológico, social, cultural e espiritual
O Projeto Vida é uma entidade que se dedica ao tratamento especializado de dependentes químicos de álcool e drogas através do programa de 12 passos. Constituída por profissionais das áreas da saúde e por administradores com mais de 10 anos de experiência no tratamento da dependência química. Nossa Visão: Acolher e recuperar o dependente químico.
domingo, 11 de novembro de 2012
O Tratamento Alcoolismo
Alcoolismo Tratamento ? Práticas no tratamento de usuários nocivos e dependentes:
O abuso do álcool tem atingido todas as classes e ambos os sexos. No Norte e Nordeste, o consumo é mais predominante que nas demais regiões. E, também, o álcool é mais consumido pelo sexo masculino em detrimento do feminino. O consumo de álcool acarreta doenças, morte, internações hospitalares, crescimento nos índices de criminalidade e de acidentes de trénsito.
O tratamento para alcoolismo pode variar e não deve ser único, pois a maioria dos dependentes não procura inicialmente um atendimento especializado, mas sim qualquer serviço médico geral. é por isso que se deve combinar o tratamento com o estágio de dependência do paciente. Para os bebedores usuários, recomendam-se entrevistas motivacionais, intervenção breve e prevenção de recaídas. Para os dependentes e nocivos porém deve ser mais indicado a desintoxicação e após a internação de longa permanência para assim ressocializar-se através de uma abstinência completa.
É necessário, porém, ir além da abstinência; é necessária a reabilitação de sua vida como um todo.
Alcoolismo Tratamento ? Organização de serviços para o tratamento de uso nocivo e dependência:
O alcoolismo tratamento deve ser planejado, identificando os componentes estruturais do serviço e as etapas envolvidas. A organização interna desse serviço é composta pelo ambiente de tratamento, composição da equipe multiprofissional e tipo de alcoolismo tratamento.
Os ambientes de tratamento são diversos, sendo os ambulatórios, comunidades terapêuticas, moradias assistidas e grupos de autoajuda os mais conhecidos. Não há um ambiente melhor que o outro, mas sim uma melhor adaptação de cada paciente.
Estes ambientes são escolhidos de acordo com o paciente e o momento do tratamento ao qual é indicado. A escolha do ambiente influencia no avanço do tratamento.
Cada ambiente, porém, requer um tipo de equipe profissional. é importante, independentemente da complexidade do serviço, que o paciente tenha acesso a todos os profissionais necessários, reforçando a necessidade de formação de boas redes de tratamento de alcoolismo.
Alcoolismo Tratamento ? Aspectos:
Os tipos de tratamento são caracterizados por quatro aspectos:
1. Intervenção ? Que pode ter um caráter biofísico, farmacológico, psicológico ou social
2. Projeto terapêutico - Tratamento profissional especializado, estruturas de apoio não profissional e grupos de ajuda
3. Metas - Abstinência completa, a conscientização da doença e das causas psicológicas do uso, além de sistema de prevenção para possíveis recaídas. Todas estas metas tem caráter terapêutico.
4. Filosofia ? Todo tratamento deve ter/escolher um ou mais cunhos moral, espiritual, biológica, psicológica ou sociocultural.
O abuso do álcool tem atingido todas as classes e ambos os sexos. No Norte e Nordeste, o consumo é mais predominante que nas demais regiões. E, também, o álcool é mais consumido pelo sexo masculino em detrimento do feminino. O consumo de álcool acarreta doenças, morte, internações hospitalares, crescimento nos índices de criminalidade e de acidentes de trénsito.
O tratamento para alcoolismo pode variar e não deve ser único, pois a maioria dos dependentes não procura inicialmente um atendimento especializado, mas sim qualquer serviço médico geral. é por isso que se deve combinar o tratamento com o estágio de dependência do paciente. Para os bebedores usuários, recomendam-se entrevistas motivacionais, intervenção breve e prevenção de recaídas. Para os dependentes e nocivos porém deve ser mais indicado a desintoxicação e após a internação de longa permanência para assim ressocializar-se através de uma abstinência completa.
É necessário, porém, ir além da abstinência; é necessária a reabilitação de sua vida como um todo.
Alcoolismo Tratamento ? Organização de serviços para o tratamento de uso nocivo e dependência:
O alcoolismo tratamento deve ser planejado, identificando os componentes estruturais do serviço e as etapas envolvidas. A organização interna desse serviço é composta pelo ambiente de tratamento, composição da equipe multiprofissional e tipo de alcoolismo tratamento.
Os ambientes de tratamento são diversos, sendo os ambulatórios, comunidades terapêuticas, moradias assistidas e grupos de autoajuda os mais conhecidos. Não há um ambiente melhor que o outro, mas sim uma melhor adaptação de cada paciente.
Estes ambientes são escolhidos de acordo com o paciente e o momento do tratamento ao qual é indicado. A escolha do ambiente influencia no avanço do tratamento.
Cada ambiente, porém, requer um tipo de equipe profissional. é importante, independentemente da complexidade do serviço, que o paciente tenha acesso a todos os profissionais necessários, reforçando a necessidade de formação de boas redes de tratamento de alcoolismo.
Alcoolismo Tratamento ? Aspectos:
Os tipos de tratamento são caracterizados por quatro aspectos:
1. Intervenção ? Que pode ter um caráter biofísico, farmacológico, psicológico ou social
2. Projeto terapêutico - Tratamento profissional especializado, estruturas de apoio não profissional e grupos de ajuda
3. Metas - Abstinência completa, a conscientização da doença e das causas psicológicas do uso, além de sistema de prevenção para possíveis recaídas. Todas estas metas tem caráter terapêutico.
4. Filosofia ? Todo tratamento deve ter/escolher um ou mais cunhos moral, espiritual, biológica, psicológica ou sociocultural.
Dependencia Fisica
Dependência
Dependência Física
Consiste na necessidade sempre presente, a nível fisiológico, o que torna impossível a suspensão brusca das drogas. Essa suspensão acarretaria a chamada crise da "abstinência". A dependência física é o resultado da adaptação do organismo,independente da vontade do indivíduo. A dependência física e a tolerância podem manifestarem-se isoladamente ou associadas, somando-se à dependência psicológica. A suspensão da droga provoca múltiplas alterações somáticas, causando a dramática situação do "delirium tremens".
Isto significa que o corpo não suporta a síndrome da abstinência entrando em estado de pânico. Sob os efeitos físicos da droga, o organismo não tem um bom desenvolvimento.
Dependência Psicológica
Em estado de dependência psicológica, o indivíduo sente um impulso irrefreável, tem que fazer uso das drogas a fim de evitar o mal-estar. A dependência psicológica indica a existência de alterações psíquicas que favorece a aquisição do hábito. O hábito é um dos aspectos importantes a ser considerado na toxicomania, pois a dependência psíquica e a tolerância significam que a dose deverá ser ainda aumentada para se obter os efeitos desejados. A tolerância é o fenômeno responsável pela necessidade sempre presente que o viciado sente em aumentar o uso da droga.
Em estado de dependência psíquica, o desejo de tomar outra dose ou de se aplicar, transforma-se em necessidade, que se não satisfeita leva o indivíduo a um profundo estado de angústia, (estado depressivo). Esse fenômeno não deverá ser atribuído apenas as drogas que causam dependência psicológica. O estado de angústia, por falta ou privação da droga é comum em quase todos os dependentes e viciados.
Requisitos Básicos da Dependência
1 - forte desejo ou compulsão para consumir a substância;
2 - dificuldade no controle de consumir a substância em termos do seu início, término ou níveis de consumo;
3 - estado de abstinência fisiológica quando o uso cessou ou foi reduzido (sintomas de abstinência ou uso da substância para aliviá-los);
4 - evidência de tolerância, de tal forma que doses crescentes da substância psicoativa são requeridas para alcançar efeitos originalmente produzidos por doses mais baixas;
5 - abandono progressivo de prazeres ou interesses alternativos em favor do uso da substância psicoativa, aumento do tempo necessário para obter ou tomar a substância psicoativa ou para se recuperar dos seus efeitos;
6 - persistência no uso da substância, a despeito de evidência clara de consequências manifestamente nocivas, tais como dano ao fígado por excesso de álcool, depressão consequênte a período de consumo excessivo da substância ou comprometimento cognitivo relacionado à droga.
sábado, 27 de outubro de 2012
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